quarta-feira, 30 de julho de 2008

Program Protector v3.1


Utilidade de segurança para proteger qualquer aplicação do Windows com senha.

Esta funcionabilidade avançada pode modificar arquivos executáveis, de modo que eles requerem senha para rodar.

Estilo: Gerenciamento de Senhas

Autor: Karlis Blumentals

Tamanho: 1.5 Mb

Formato: Rar

Idioma: Inglês


HQ Desktop Wallpaper Pack 1

Belissimos Wallpapers para você colecionar.

Estilo: Wallpapers
Fabricante: N/A
Tamanho: 33 Mb
Formato: Rar

sábado, 26 de julho de 2008

Chess Máfia

Este é um ótimo jogo de xadrez!Chess máfia possuí um visual elegante e agradável!Possuí todos os requisitos de um belo jogo!Nãso dá pra acreditar que é gratuito!Se você gosta de jogar xadrez
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sexta-feira, 18 de julho de 2008

Duas áreas do cérebro comandam o otimismo

Descobertas podem auxiliar no tratamento da depressão.
Cientistas americanos afirmam ter identificado duas áreas do cérebro responsáveis por regular o otimismo.

Em estudo publicado na revista científica Nature, pesquisadores da Universidade de Nova York dizem ter constatado que os seres humanos são “otimistas por natureza”, e partindo deste princípio, decidiram investigar quais regiões cerebrais estariam por trás deste comportamento.

Em um teste realizado com voluntários, a equipe de pesquisadores descobriu que a amígdala e o córtex cingulado anterior do cérebro (ACC, sigla em inglês), situado atrás dos olhos, foram as áreas mais ativadas quando os participantes pensaram em eventos felizes do passado e expectativas positivas para o futuro.

Em contrapartida, quando tiveram de pensar em situações tristes, os exames de ressonância magnética acusaram baixa atividade dessas duas regiões cerebrais.

Espírito positivo

“Quando estamos com espírito mais positivo sobre a vida, a amídala e o ACC são as regiões mais ativas. O ACC, principalmente, atua como um epicentro de sinais vindos de outras partes do cérebro que também reagem com o nosso comportamento diante de certos eventos”, disse Elizabeth Phleps líder da pesquisa.

Os estudiosos detalharam que na primeira fase do trabalho, haviam pedido aos voluntários que pensassem em eventos diversos, tristes e felizes, como ganhar um prêmio e o fim de um relacionamento amoroso.

“Os voluntários não foram bons em imaginar coisas tristes. Os seres humanos, em geral, são otimistas mesmo quando não há evidências que sustentem suas expectativas. Normalmente acreditam que viverão mais do que os outros e subestimam as possibilidades de que seu casamento termine em divórcio”, avaliou Phelps.

Os estudiosos esperam que as descobertas ajudem no tratamento de doenças mentais, como a depressão.

“Estas mesmas regiões demonstram irregularidades em pessoas com depressão, doença que é relacionada com um comportamento pessimista em relação à vida.”

Cérebro reduz visão para ouvir melhor

Trabalho pode ter alterado forma como cérebro de maestros funciona
O cérebro pode diminuir nossa habilidade de ver para que possamos ouvir música e sons complexos, dizem especialistas do Wake Forest University Baptist Medical Center e da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Um estudo envolvendo 20 maestros e 20 pessoas sem formação musical específica revelou que ambos os grupos direcionam atividade do cérebro para fora das áreas associadas à visão durante tarefas auditivas.

Exames de ressonância magnética mostraram queda de atividade nessas áreas e aumento em outras.

Durante uma conferência da Society for Neuroscience, os pesquisadores afirmaram que as alterações foram menos intensas nos maestros do que nos leigos durante tarefas auditivas mais complexas.

Os estudiosos realizaram exames de ressonância magnética, que medem alterações em tempo real na atividade cerebral a partir de mudanças na circulação do sangue em áreas diferentes do cérebro.

Pesquisas anteriores identificaram as partes do cérebro envolvidas na visão e na audição.

Experimento

Os participantes estudados na pesquisa tinham idades entre 28 e 40 anos.

Durante os exames, eles ouviram duas notas musicais separadas por um intervalo de alguns milionésimos de segundo e tiveram de identificar qual delas havia sido tocada primeiro.

O teste para os maestros foi dificultado para compensar as diferenças de formação profissional.

Como esperado, os cientistas verificaram que a atividade aumentou nas partes do cérebro associadas à audição e caiu nas áreas responsáveis pela visão.

À medida que a tarefa ficava mais e mais difícil, os voluntários sem formação musical desviavam mais e mais atividade para longe das regiões visuais do cérebro e concentravam a ação nas regiões auditivas.

No caso dos maestros, no entanto, a transferência de atividade entre as diferentes regiões do cérebro cessou após um certo ponto, indicando que anos de treinamento profissional podem ter alterado a forma como seus cérebros estão organizados.

"É como fechar os olhos para ouvir música", disse o cientista responsável pelo estudo, Jonathan Burdette. "Imagine a diferença entre ouvir alguém falar em uma sala silenciosa e aquela mesma discussão em uma sala barulhenta: você não vê muito do que está acontecendo na sala barulhenta."

Outro pesquisador, David Hairston, disse que o estudo mostra quão flexível pode ser esse mecanismo. "Como ele funciona pode variar com treinamento especializado e experiência", disse.

Filtro de irrelevância no cérebro

O estudo mostra que o cérebro filtra as irrelevâncias.
Cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, dizem que descobriram uma nova área no cérebro que seria essencial para manter a boa memória, uma área que "filtra" informações irrelevantes.

Através de ressonância magnética em 25 voluntários saudáveis, os cientistas observaram que pessoas que têm boa memória, mesmo quando sofrem distrações, registram maior atividade nos gânglios basais, área do cérebro que é um agrupamento de centros nervosos.

Para comprovar esta atividade, os voluntários foram submetidos a um teste computadorizado, em que eram obrigados a responder a determinados tipos de imagens, apresentadas com ou sem fatores que causavam distração.

Um som era emitido toda vez que uma imagem vinha acompanhada desses fatores de distração "irrelevantes".

Os cientistas descobriram que quando as imagens - acompanhadas do som - apareciam, havia um aumento na atividade nervosa nos gânglios basais e no córtex pré-frontal, o que sugere que o cérebro estava se preparando para "filtrar" estas informações visuais.

Segundo os pesquisadores, liderados por Torkel Klingberg e Fiona McNab, o estudo ajuda a explicar porque algumas pessoas têm memória melhor do que outras.

Memória de trabalho

Segundo a pesquisa, publicada na revista científica Nature Neuroscience, a habilidade de armazenar informações que podem ser acessadas rapidamente pelo cérebro é conhecida como "memória de trabalho".

Esta função varia de um indivíduo para o outro e permite o armazenamento de informações mesmo quando o corpo está trabalhando em outra atividade.

Os resultados do estudo apontam que um dos fatores para esta variação é a capacidade do cérebro em filtrar da memória informações que são irrelevantes.

Para os pesquisadores, o resultado também pode ajudar a entender o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).

A equipe de pesquisadores está investigando novos métodos para melhorar a atenção e a memória de trabalho em crianças com TDAH e monitorando as mudanças através de ressonância magnética funcional.

John Duncan, cientista do Medical Resarch Council, na Grã-Bretanha, disse que o resultado da pesquisa do Instituto Karolinska "abre uma janela para importantes partes da mente".

"Os gânglios basais são fortes candidatos a estarem envolvidos em distúrbios cerebrais em pessoas com problemas de controle de atenção".

"Mas existem várias regiões no cérebro que filtram informações irrelevantes, portanto é cedo para saber se essas descobertas poderão resultar em curas para condições como TDAH".

Síndrome faz mulher recordar 24 anos em detalhes

Os cientistas irão analisar o cérebro da paciente.
O caso de uma americana de 42 anos que se lembra com detalhes de todos os dias de sua vida desde a adolescência é destaque na edição desta quinta-feira da revista de ciência New Scientist.

Chamada de AJ, ela é capaz de se lembrar das datas de todas as Páscoas durante 24 anos, e ainda recorda o que estava vestindo, onde estava e o que estava fazendo no dia. Além disso, sua memória ainda recorda fatos históricos e principais acontecimentos das últimas décadas.

Segundo a revista, os cientistas da Universidade da Califórnia em Irvine, nos Estados Unidos, começaram a pesquisar sobre a habilidade da memória de AJ há sete anos, quando ela procurou os acadêmicos dizendo que se sentia "exausta" e que as lembranças eram como um "fardo" que ela tinha que carregar.

AJ descreve suas lembranças como "um filme que nunca pára", afirma o texto.

A partir dos relatos de AJ, a equipe do neuropsicólogo James McGaugh realizou testes com a paciente e identificou uma nova síndrome de supermemória, batizada de hyperthymestic (nome em inglês, baseado no grego, thymesis, que significa lembrar).

"Convencidos que sua condição era nova na ciência, os cientistas chamaram [a síndrome] de hyperthymestic e identificaram vários outros pacientes que sofrem do mesmo mal", diz a revista.

Esquecimento

De acordo com a New Scientist, os cientistas ainda não conseguiram identificar a causa da habilidade "extraordinária" da memória de AJ.

No entanto, a capacidade de recordar memórias autobiográficas pode estar relacionada com uma falha nas atividades cerebrais que permite que as pessoas esqueçam fatos supérfluos.

"O esquecimento funcional é crucial para o bom funcionamento da memória. Um sistema que recorda todos os detalhes e torna esta informação disponível com freqüência irá resultar em uma confusão em massa", diz o cientista Dan Schacter, da Universidade de Harvard, à revista.

Para McGaugh, que investiga o caso, AJ possui "qualidades obsessivas". Ele sugere que, assim como os autistas, ela é interessada em datas e no calendário. Além disso, há 32 anos ela mantém um diário, guarda os guias de televisão de vários anos e diz que "sempre precisou de organização".

Segundo o cientista, os comportamentos compulsivos podem reforçar a memória, ao invés de incentivar o arquivamento e o esquecimento das informações pelo cérebro.

Características

A revista indica ainda que, segundo os pesquisadores, a memória de AJ não é fotográfica, já que, em um dos testes, ela não conseguiu se lembrar ao fechar os olhos o que os cientistas estavam vestindo.

"A memória autobiográfica dela, apesar de incrível, é seletiva e até comum em alguns aspectos", diz McGaugh na reportagem.

Os cientistas afirmaram à revista que o próximo passo da pesquisa será analisar ressonâncias magnéticas dos cérebros dos pacientes que sofrem da síndrome hyperthymestic para identificar possíveis diferenças entre cérebros de pessoas que possuem memória normal.

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A música é produto da criatividade e engenhosidade das civilizações,  mas também é uma expressão de seu desenvolvimento tecnológico.  Dif...