segunda-feira, 21 de abril de 2008

Google Distancia-se dos Rivais

google O Google atingiu um máximo histórico de 59,8% no mercado norte-americano dos motores de busca em Março, ao passo que os seus principais concorrentes desceram, segundo os últimos dados da ComScore.
O analista Mark Mahaney publicou na terça-feira um relatório baseado nos números da ComScore onde se manifesta surpreendido com o facto de o período da Páscoa não ter afectado negativamente as pesquisas durante o mês de Março nos EUA, noticia o "News.com".
Isto porque a quota de mercado do Google nos EUA em Março cifrou-se nos 59,8%, o que configura um recorde máximo para a empresa, de acordo com Mahaney.

Enquanto isso, os principais rivais da Google no mercado dos motores de busca, Yahoo! e Microsoft, caíram para 21,3% e 9,4%, respectivamente. Estes são os valores mais baixos de sempre para as duas empresas, afirma o analista.
Quanto aos motores de busca que não têm direito a lugar no pódio, o AOL desceu para 4,8% enquanto que o Ask.com registou uma ligeira subida para os 4,7%.
Em relação ao volume total de pesquisas - que cresceu 18% face a Março de 2007 - a Google conseguiu mais 18,4%, a Yahoo! caiu 1,8% e a Microsoft subiu 9,4%.

Fonte:Wintech

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Microsoft PlayIt!



Programinha com apenas 1 MB, capaz de reproduzir um piano, tocar suas canções favoritas e até mesmo grava-las, o melhor de tudo é que não requer instalação, basta apenas clicar no executável para funcionar o programinha!Muito legal este piano virtual e além de tudo é grátis!
(obs):Quando clicar para baixar deve esperar um pouco até ser liberado o programa no site do servidor!

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Aura 2.6.1

Aura!Simulação da natureza!


O Aura é um programa de áudio,de origem russa que simula o som da natureza em seu computador, para você relaxar, fechar os olhos e deixar a mente em seu estado mais tranquilo. O sopro do vento, o canto dos pássaros e a água correndo são poucos exemplos do que é possível perceber nesta música constante que antes você só poderia ouvir em uma chácara, montanha ou outro local isolado e quieto. O primeiro a se fazer é definir se o som emitido deve vir de uma floresta durante o dia ou durante a noite. Isto mudará as várias opções ajustáveis. No primeiro caso, dia, você pode regular a freqüência da atividade dos pássaros, acionar uma flauta, vento, vôos de aves em geral etc. Já o lado noturno concebe o som de uma fogueira, animais selvagens, cobras, corujas, entre outros. Em ambos os casos, é possível ativar chuva e tempestade, regulando sua força.
Meditando
O som noturno da natureza.A natureza é dona de muito poder e não há lugar mais aconselhável para se ficar zen, em estado de meditação. Por isso, este programa poderá contribuir para seus exercícios meditativos, trazendo calma e paz ao local. Outra sugestão (nada econômica) é deixar um som gostoso de chuva rolando e deitar para dormir ou tirar uma soneca. A maioria das pessoas capta que a sensação de dormir com os pingos caindo lá fora é deliciosa. Com certeza ajuda o sono. Alarme e teclas de atalho O Aura também pode ser usado como despertador. Basta que você defina um horário para que seu alarme dispare. Ele também pára sozinho se você escolher a hora para que seja mutado. Em System HotKeys você pode inventar algumas teclas de atalho para que tipos de sons sejam ativados de forma rápida, como folhas contra o vento e chuva. A captação do som da natureza está muito bem feita, proporcionando um áudio de altíssima qualidade para o ouvinte. Ótimo contra o estresse e para esquecer um pouco o ritmo pegadíssimo dos grandes centros urbanos. A interface, porém, não é tão simples e se complica ainda mais pelo fato de estar toda em inglês. Mas basta acionar os botões disponíveis e esperar pela mudança sonora, pela adição de outro elemento que você logo identificará. Se não gostar, basta desativá-lo.
Na minha opinião este programa cumpre o que promete,se você acioná-lo e fechar os olhos,perceberá que eu tenho razão!É como se você estivesse no meio da selva,no mar,nas montanhas,enfim em contato pleno com a natureza!!!!

O programa é gratuíto, mas se você quiser apoiar o desenvolvedor do projeto, pode doar a quantia que você sentir,clicando no ícone:

Para baixar o programa clique no botão abaixo:

quarta-feira, 16 de abril de 2008

As 10 perguntas mais importantes sobre a Terra !

Enquanto naves espaciais voam em órbita e telescópios enxergam outros mundos a própria Terra permanece um mistério em muitos aspectos básicos.
Em uma tentativa para remediar isso um painel de geólogos e cientistas planetários anunciaram esta semana as dez perguntas mais importantes sobre o nosso planeta que sobrevivem até hoje, que vem frustrando a humanidade e pesquisadores há centenas de anos e mais. “Nós tivemos que olhar para o passado e fazer perguntas fundamentais sobre as origens da Terra e da vida, a estrutura e dinâmica dos planetas e as conexões entre a vida e o clima, por exemplo”, disse o diretor do painel Donald DePaolo, um geoquímico da Universidade de Berkeley na Califórnia, EUA.
O painel de deliberou profundamente para chegar ao foco das seguintes questões:

1. Como a Terra e os outros planetas se formaram?
Os cientistas ficam perplexos sobre como e porque os planetas se formaram em corpos tão distintos com apenas o nosso orbe pedregoso suportando vida (até onde sabemos).

2. O que ocorreu durante o “período negro”, ou pelos primeiros 500 milhões de anos depois que ela se formou?
Entender o desenvolvimento inicial da Terra poderia explicar como a atmosfera e os oceanos se desenvolveram. Uma dificuldade: Poucas pedras daquela época estão preservadas, significando que há pouca evidência concreta.

3. Como a vida começou?
Em adição às rochas e minerais daqui, cientistas também estão investigando Marte, onde os registros sedimentares da história planetária inicial são mais antigas do que as rochas mais velhas da Terra.

4. Como o interior da Terra funciona e como ele afeta a superfície?
Cientistas querem descobrir mais sobre o passado e futuro do movimento de convecção do manto da Terra e seu núcleo que gera vulcanismo, surgimento de montanhas e formação das superfícies no fundo do mar.

5. Porque a Terra possui placas tectônicas e continentes?
Os cientistas querem saber por que a Terra possui placas constantemente em movimento e como o tectonismo está ligado à abundância de água, continentes, oceanos e vida.

6. Como os processos da Terra são controlados pelas propriedades dos materiais? Os maiores geradores de movimentos e sacudidas da Terra, incluindo placas tectônicas, surgem da estrutura atômica e outras propriedades dos materiais da Terra, portanto os cientistas querem saber mais sobre estas propriedades.

7. O que causa mudanças climáticas e o quando ele pode mudar?
Estudos mais profundos da história do clima da Terra podem ajudar os cientistas a predizer a magnitude e conseqüência das mudanças climáticas atuais.

8. Como a vida moldou a Terra e como a Terra moldou a vida?
As inteirações entre geologia e biologia são chave para entender o papel da vida na injeção de oxigênio na atmosfera, extinções em massa e o curso da evolução.

9. Podem os terremotos, erupções vulcânicas e suas conseqüências serem previstas?
Os cientistas ainda não sabem como as rupturas começam e terminam e como o magma se move sob a superfície da Terra.

10. Como o fluxo de fluido e do transporte afeta o ambiente humano?
Os cientistas não tem certeza sobre como os fluídos fluem sob a terra. Mais conhecimento sobre isso irá ajudar a gerenciar os recursos naturais e o ambiente.
O relatório foi solicitado pelo Departamento de Energia dos EUA, pela Fundação Nacional de Ciência dos EUA, Pesquisa Geológica dos EUA e pela NASA.

Ludwig van Beethoven

O maior Músico de todos os tempos!

Ludwig van Beethoven nasceu em Bonn (Alemanha), 16 de dezembro de 1770 —morreu em Viena (Áustria), 26 de março de 1827) foi um compositor erudito alemão do período de transição entre o Classicismo (século XVIII) e o Romantismo (século XIX). É considerado como um dos pilares da músical ocidental, pelo incontestável desenvolvimento tanto da linguagem quanto do conteúdo musical demonstrado em suas obras. Hans von Bülow faz referência de Beethoven como um dos "três Bs da música" (os outros dois seriam Bach e Brahms), considerando as suas 32 sonatas para piano como o Novo Testamento da música.Biografia Beethoven foi batizado em 17 de Dezembro de 1770, tendo nascido presumivelmente no dia anterior na Renânia do Norte (Alemanha), segundo o costume de então. Sua família era de origem flamenga; seu avô Lodewijk van Beethoven, de quem herdou o nome, nasceu na Antuérpia em 1712, e emigrou para Bonn. Descendia de artistas, pintores e escultores. Era músico e foi nomeado regente da Capela arquiepiscopal na corte da cidade de Colônia. Na mesma capela seu filho, pai de Ludwig, era tenor e também lecionava. Foi dele que Beethoven recebeu as suas primeiras lições de música. Devido à sua tez morena e cabelos muito negros era chamado de "o espanhol". A mãe de Beethoven, Maria Magdalena Kewerich (1746-1787), era filha do chefe das cozinhas do príncipe da Renânia, Johann Heinrich Keverich. Casou-se duas vezes. O primeiro marido foi Johann Leym (1733-1765). Tiveram apenas um filho, Johann Peter Anton, que nasceu e morreu em 1764. Depois da morte do marido, Magdalena, viúva, casou-se com Johann van Beethoven (1740-1792), músico alcoólatra. Tiveram sete filhos: o primeiro Ludwig Maria que nasceu e morreu no ano de 1769; o segundo Ludwig van Beethoven (1770-1827), o compositor, que morreu com 56 anos; o terceiro Kaspar Anton Carl van Beethoven (1774-1815) que também tinha dotes para a Música e que morreu com 41 anos; o quarto Nicolaus Johann van Beethoven (1776-1848), que se tornou muito rico, graças à indústria farmacêutica, e que morreu com 72 anos; a quinta Anna Maria, que nasceu e morreu em 1779; o sexto Franz Georg (1781-1783), que morreu com dois anos de idade; e a sétima Maria Magdalena (1786-1787), que morreu com apenas um ano de idade. Portanto, Beethoven – que foi o terceiro filho da sua mãe e o segundo do seu pai – teve sete irmãos, cinco dos quais morreram na infância. Quanto aos irmãos vivos, Beethoven foi o primeiro, Caspar foi o segundo e Nicolaus o terceiro. Ludwig, que era canhoto[1], nunca teve estudos muito aprofundados mas sempre revelou um talento excepcional para a música. Com apenas nove anos de idade foi confiado a Christian Gottlob Neefe (1748-1798) que lhe deu a conhecer os grandes mestres alemães da música. Compôs as suas primeiras peças aos onze anos. Os seus progressos foram de tal forma notáveis que em 1784 já era segundo organista da capela do Eleitor. Pouco tempo depois foi violoncelista na orquestra da corte. Em 1787 foi enviado para Viena para estudar com Joseph Haydn. Existem especulações históricas sobre um provável encontro entre Beethoven e Wolfgang Amadeus Mozart mas não existe nenhum fato histórico que possa comprovar esta hipótese. Em 1792, mudou-se para Viena, e, afora algumas poucas viagens, permaneceria lá para o resto da vida. Durante os anos 1790, firmou uma sólida reputação como pianista e compôs suas primeiras obras-primas: as três Sonatas para piano Op.2 (1795), o concerto para piano No.1 em Dó maior Op.15 (1795), a sonata No.8 em Dó menor Op.13 [Pathétique] (1798), e os seis quartetos de cordas Op.18 (1800). Em 2 de Abril de 1800 sua sinfonia nº1 em Dó maior Op. 21 estréia em Viena, mas no ano seguinte ele confessa aos amigos que não estava satisfeito com o que tinha composto até então e que havia decidido seguir “um novo caminho”. Por volta de seus 24 anos (1794), Beethoven sentiu os primeiros indícios de surdez. Consultou vários médicos, inclusive o médico da corte de Viena, fez curativos, realizou balneoterapia, usou cornetas acústicas, mudou de ares, mas os seus ouvidos permaneciam enrolhados. Desesperado, entrou em profunda crise depressiva e pensou em suicidar-se. Em 1802, escreve o seu testamento aos seus dois irmãos vivos Karl e Johann: é o «Testamento de Heilingenstadt». Dentre seus problemas de saúde, ficou com o rosto marcado pela varíola. Embora tenha feito muitas tentativas para tratá-la durante os anos seguintes, a doença continuou a progredir e, aos 46 anos (1816), estava praticamente surdo. Porém, ao contrário do que muitos pensam, Beethoven jamais perdeu toda a audição, muito embora não tivesse mais, em seus últimos anos, condições de acompanhar uma apresentação musical ou de perceber nuances timbrísticas. Em sua obra 'Uma Nova História da Música', Otto Maria Carpeaux afirma que Beethoven assistiu à primeira apresentação pública da sua 9ª Sinfonia (ao lado de Umlauf, que a regeu, como ficou registrado por Schindler e mais tarde por Grove), mas abstraído na leitura da partitura, não pôde perceber que estava sendo ovacionado até que Umlauf tocando seu braço, voltou sua atenção à sala, e Beethoven se inclinou diante do público que o aplaudia. De 1816 até 1827, ano da sua morte, ainda conseguiu compor cerca de 44 obras musicais. Em 1803 Beethoven começa a trilhar aquele “novo caminho” com a sinfonia nº 3 em Mi bemol maior Op.55 [Eroica], uma obra sem precedentes na história da música sinfônica, considerada o início do período Romântico na Música Erudita. Os anos seguintes à Eroica foram de extraordinária fertilidade criativa e viram surgir numerosas obras-primas: a sonata para piano nº 21 em Dó maior Op.53 [Waldstein] (1804), a sonata para piano nº 23 em Fá menor Op.57 [Appassionata] (1805), a sinfonia nº 4 em Si bemol maior Op.60 (1806), os três quartetos de cordas Op.59 [Razumovsky] (1806), a sinfonia No.5 em Dó menor Op.67 (1808), a sinfonia nº 6 em Fá maior Op.68 [Pastoral] (1808), o concerto para piano nº 4 em Sol maior Op.58 (1807), o concerto para violino em Ré maior Op.61 (1806), o concerto para piano nº 5 em Mi bemol maior Op. 73 [Imperador] (1809), o quarteto em Fá menor op.95 [Serioso] (1811), a sinfonia nº 7 em Lá maior Op.92 (1812), a sinfonia nº 8 em Fá maior (1812), e a primeira versão da única ópera de Beethoven, Fidelio (a versão definitiva é de 1814). Beethoven escreveu música incidental, gênero destinado a ilustrar uma peça teatral, para a tragédia Egmont, de Goethe. (Uma abertura seguida de nove números musicais) Muito se conta do encontro entre Goethe e Beethoven. Depois de 1812, a surdez progressiva aliada à perda das esperanças matrimoniais e problemas com a custódia do sobrinho o levaram a uma crise criativa que faria com que durante esses anos ele escrevesse poucas obras importantes. A partir de 1818 Beethoven, aparentemente recuperado, passou a compor mais lentamente, mas com um vigor renovado. Surgem então algumas de suas maiores obras: a sonata nº 29 em Si bemol maior op.106 [Hammerklavier] (1818), a sonata nº 30 em Mi maior Op.109, a sonata nº 31 em Lá bemol maior Op.110 (1822), a sonata nº 32 em Dó menor Op.111 (1822), as "Variações Diabelli" Op.120 (1823), a Missa Solemnis Op.123 (1823). A culminância desses anos foi a Sinfonia nº 9 em Ré menor Op.125 (1824), para muitos a sua obra-prima. Pela primeira vez é inserido um coral num movimento de uma sinfonia. O texto é uma adaptação do poema de Schiller, "Ode à Alegria", feita pelo próprio Beethoven. Os anos finais de Beethoven foram dedicados quase que exclusivamente à composição de quartetos de cordas. Foi nesse meio que ele produziu algumas de suas mais profundas e visionárias obras, como o quarteto em Mi bemol maior Op.127 (1825), o quarteto em Lá menor Op.132 (1825), o quarteto em Si bemol maior Op.130 (1826), a "Grande Fuga" Op.133 (1826), o quarteto em Dó sustenido menor Op.131 (1826) e o quarteto em Fá maior Op.135 (1826). Sua influência na história da música foi imensa. Ao morrer, em 26 de Março de 1827, estava trabalhando em uma nova sinfonia assim como projetava de escrever uma missa de requiem. Conta-se que cerca de dez mil pessoas compareceram ao seu funeral. Entre os presentes, Franz Schubert.

Vida artística
A sua vida artística poderá ser dividida em três fases: 1. A mudança para Viena, em 1792, quando alcança a fama de brilhantíssimo improvisador ao piano; 2. Por volta de 1794, se inicia a redução da sua acuidade auditiva, facto que o leva a pensar em suicídio; 3. Os últimos dez anos de sua vida, quando fica praticamente surdo, e passa a escrevendo obras mais abstractas. Estúdio de Beethoven em 1827 por J.N. Hoechle Em 1801, Beethoven afirma não estar satisfeito com o que compôs até então, decidindo tomar um "novo caminho". Dois anos depois, em 1803, surge o grande fruto desse "novo caminho": a sinfonia nº3 em Mi bemol Maior, apelidada de "Eroica", cuja dedicatória a Napoleão Bonaparte foi retirada com alguma polémica. A sinfonia Eroica era duas vezes maior em duração que qualquer sinfonia escrita até então. Em 1808, surge a Sinfonia nº5 em Dó menor (sua tonalidade preferida), cujo famoso tema da abertura foi considerado por muitos como uma evidência da sua loucura. Em 1814, na segunda fase, Beethoven já era reconhecido como o maior compositor do século. Em 1824, surge a Sinfonia nº9 em Ré Menor. Pela primeira vez na história da música, é inserido um coral numa sinfonia, inserida a voz humana como exaltação dionisíaca da fraternidade universal, com o apelo à aliança entre as artes irmãs: a poesia e a música. Beethoven começou a compor música como nunca antes se houvera ouvido. A partir de Beethoven a música nunca mais foi a mesma. As suas composições eram criadas sem a preocupação em respeitar regras que, até então, eram seguidas. Considerado um poeta-músico, foi o primeiro romântico apaixonado pelo lirismo dramático e pela liberdade de expressão. Foi sempre condicionado pelo equilíbrio, pelo amor à natureza e pelos grandes ideais humanitários. Inaugura, portanto, a tradição de compositor livre, que escreve música para si, sem estar vinculado a um príncipe ou a um nobre. Hoje em dia muitos críticos o consideram como o maior compositor do século XIX, a quem se deve a inauguração do período Romântico, enquanto que outros o distinguem como um dos poucos homens que merecem a adjectivação de "gênio".

Túmulo de Ludwig van Beethoven em Viena, Áustria

Obras
* Nove sinfonias, dentre elas a Nona, sua última sinfonia, e entre a qual ele mais se consagrou no mundo inteiro * Cinco concertos para piano * Concerto para violino * "Concerto Tríplice" para piano, violino, violoncelo e orquestra * 32 sonatas para piano (ver abaixo relação completa das sonatas): * 16 quartetos de cordas * Dez sonatas para violino e piano * Cinco sonatas para violoncelo e piano * Doze trios para piano, violino e violoncelo * "Bagatelas" (Klenigkeiten) para piano, entre as quais a famosíssima Bagatela para piano "Für Elise" ("Para Elisa") * Missa em Dó Maior * Missa em Ré Maior ("Missa Solene") * Oratório "Christus am Ölberge", op. 85 ("Cristo no Monte das Oliveiras") * "Fantasia Coral", op. 80 para coro, piano e orquestra * Aberturas * Danças * Ópera Fidelio * Canções
Sonatas de Beethoven Para Piano
1 - Sonata Op. 2, nº 1 9 - Sonata Op. 14 n. 1 17 - Sonata Op. 31 n. 2 (A Tempestade) 25 - Sonata Op. 79 2 - Sonata Op. 2, nº 2 10 - Sonata Op. 14 n.2 18 - Sonata Op. 31 n. 3 26 - Sonata Op. 81a 3 - Sonata Op. 2, nº 3 11 - Sonata Op. 22 19 - Sonata Op. 49 n. 1 27 - Sonata Op. 90 4 - Sonata Op. 7 12 - Sonata Op. 26 (Marcia Funebre) 20 - Sonata Op. 49 n. 2 28 - Sonata Op. 101 5 - Sonata Op. 10 n. 1 13 - Sonata Op. 27 n. 1 21 - Sonata Op. 53 29 - Sonata Op. 106 (Hammerklavier) 6 - Sonata Op. 10 n. 2 14 - Sonata Op. 27 n. 2 (Ao Luar) 22 - Sonata Op. 54 30 - Sonata Op. 109 7 - Sonata Op. 10 n. 3 15 - Sonata Op. 28 (Pastorale) 23 - Sonata Op. 57 (Appassionata) 31 - Sonata Op. 110 8 - Sonata Op. 13 (Patética) 16 - Sonata Op. 31 n. 1 24 - Sonata Op. 78 32 - Sonata Op. 111

terça-feira, 15 de abril de 2008

Notação musical

Notação musical é o nome genérico de qualquer sistema de escrita utilizado para representar graficamente uma peça musical, permitindo a um intérprete que a execute da maneira desejada pelo compositor ou arranjador . O sistema de notação mais utilizado atualmente é o sistema gráfico ocidental que utiliza símbolos grafados sobre uma pauta de 5 linhas, também chamada de pentagrama. Diversos outros sistemas de notação existem e muitos deles também são usados na música moderna.O elemento básico de qualquer sistema de notação musical é a nota, que representa um único som e suas características básicas: duração e altura. Os sistemas de notação também permitem representar diversas outras características, tais como variações de intensidade,expressão ou técnicas de execução instrumental.

Origem:

O epitáfio de Seikilos é um exemplo da notação musical praticada durante a Grécia Antiga.
O epitáfio de Seikilos é um exemplo da notação musical praticada durante a Grécia Antiga.

Os sistemas de notação musical existem há milhares de anos. Foram encontradas evidências arqueológicas de escrita musical praticada no Egito e Mesopotâmia por volta do terceiro milênio a.C.. Outros povos também desenvolveram sistemas de notação musical em épocas mais recentes. Os gregos utilizavam um sistema que consistia de símbolos e letras que representavam as notas, sobre o texto de uma canção. Um dos exemplos mais antigos deste tipo é o epitáfio de Seikilos, encontrado em uma tumba na Turquia. Os Gregos tinham pelo menos quatro sistemas derivados das letras do alfabeto;

O conhecimento deste tipo de notação foi perdido juntamente com grande parte da cultura grega após a invasão romana.

O sistema moderno teve suas origens nas neumas(do latim: sinal ou curvado), símbolos que representavam as notas musicais em peças vocais do canto gregoriano, por volta do século VIII. Inicialmente, as neumas , pontos e traços que representavam intervalos e regras de expressão, eram posicionadas sobre as sílabas do texto e serviam como um lembrete da forma de execução para os que já conheciam a música. No entanto este sistema não permitia que pessoas que nunca a tivessem ouvido pudessem cantá-la, pois não era possível representar com precisão as alturas e durações das notas.

Para resolver este problema as notas passaram a ser representadas com distâncias variáveis em relação a uma linha horizontal. Isto permitia representar as alturas. Este sistema evoluiu até uma pauta de quatro linhas, com a utilização de claves que permitiam alterar a extensão das alturas representadas. Inicialmente o sistema não continha símbolos de durações das notas pois elas eram facilmente inferidas pelo texto a ser cantado. Por volta do século X, quatro figuras diferentes foram introduzidas para representar durações relativas entre as notas.

Grande parte do que desenvolvimento da notação musical deriva do trabalho do monge beneditino Guido d'Arezzo (aprox. 992 - aprox. 1050). Entre suas contribuições estão o desenvolvimento da notação absoluta das alturas (onde cada nota ocupa uma posição na pauta de acordo com a nota desejada). Além disso foi o idealizador do solfejo, sistema de ensino musical que permite ao estudante cantar os nomes das notas. Com essa finalidade criou os nomes pelos quais as notas são conhecidas atualmente (Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si) em substituição ao sistema de letras de A a G que eram usadas anteriormente. Os nomes foram retirados das sílabas iniciais de um Hino a São João Batista, chamado Ut queant Laxis. Como Guido d'Arezzo utilizou a italiano em seu tratado, seus termos se popularizaram e é essa a principal razão para que a notação moderna utilize termos em italiano.

Nesta época o sistema tonal já estava desenvolvido e o sistema de notação com pautas de cinco linhas tornou-se o padrão para toda a música ocidental, mantendo-se assim até os dias de hoje. O sistema padrão pode ser utilizado para representar música vocal ou instrumental, desde que seja utilizada a escala cromática de 12 semitons ou qualquer de seus subconjuntos, como as escalas diatônicas e pentatônicas. Com a utilização de alguns acidentes adicionais, notas em afinações microtonais também podem ser utilizadas.

Notação padrão

A notação musical padrão é escrita sobre uma pauta de cinco linhas. Por isso também é chamada de pentagrama. O conjunto da pauta e dos demais símbolos musicais, representando uma peça musical é chamado de partitura. Seguem-se alguns dos elementos que podemos encontrar numa partitura.

Representação das durações

Tempo e compasso - regulam quantas unidades de tempo devem existir em cada compasso. Os compassos são delimitados na partitura por linhas verticais e determinam a estrutura rítmica da música. O compasso escolhido está diretamente associado ao estilo da música. Uma valsa por exemplo tem o compasso 3/4 e um rock tipicamente usa o compasso 4/4.

Em uma fórmula de compasso, o denominador indica em quantas partes uma semibreve deve ser dividida para obtermos uma unidade de tempo (na notação atual a semibreve é a maior duração possível e por isso todas as durações são tomadas em referência a ela). O numerador define quantas unidades de tempo o compasso contém. No exemplo abaixo estamos perante um tempo de "quatro por quatro", ou seja, a unidade de tempo tem duração de 1/4 da semibreve e o compasso tem 4 unidades de tempo. Neste caso, uma semibreve iria ocupar todo o compasso.

Dó, na clave de Sol, com um tempo de 4 por 4.

Figuras musicais - Valores ou figuras musicais são símbolos que representam o tempo de duração das notas musicais. São também chamados de valores positivos.

Os símbolos das figuras são usados para representar a duração do som a ser executado. As notas são mostradas na figura abaixo, por ordem decrescente de duração. Elas são: semibreve, mínima, semínima, colcheia, semicolcheia, fusa e semifusa.

Antigamente existia ainda a breve, com o dobro da duração da semibreve, a longa, com o dobro da duração da breve e a máxima, com o dobro da duração da longa, mas essas notas não são mais usadas na notação atual. Cada nota tem metade da duração da anterior. Se pretendermos representar uma nota de um tempo e meio (por exemplo, o tempo de uma mínima acrescentado ao de uma colcheia) usa-se um ponto a seguir à nota.

A duração real (medida em segundos) de uma nota depende da fórmula de compasso e do andamento utilizado. Isso significa que a mesma nota pode ser executada com duração diferente em peças diferentes ou mesmo dentro da mesma música, caso haja uma mudança de andamento.

Notas musicais

Pausas - representam o silêncio, isto é, o tempo em que o instrumento não produz som nenhum, sendo chamados valores negativos. As pausas se subdividem também como as notas em termos de duração. Cada pausa dura o mesmo tempo relativo que sua nota correspondente, ou seja, a pausa mais longa corresponde exatamente à duração de uma semibreve. A correspondência é feita na seguinte ordem:

Pausas

Representação das alturas

Clave - clave de Sol, clave de Fá, clave de Dó. Propõe toda a representação musical a uma que mais se adeque ao instrumento que a irá reproduzir. Por exemplo, as vozes graves usam geralmente a clave de Fá, enquanto que as mais agudas usam a clave de Sol. Costuma dizer-se que a clave de Fá começa onde acaba a clave de Sol. De um modo geral, é a clave que define qual a nota que ocupará cada linha ou espaço na pauta.

As várias claves

Alturas - a altura de cada nota é representada pela sua posição na pauta em referência à nota definida pela clave utilizada!

Deslocações de tom ou acidentes: o sustenido, o bemol, o dobrado sustenido e o dobrado bemol. São representados sempre antes do símbolo da nota cuja altura será modificada e depois do nome das notas, cifras e tonalidades. Um sustenido desloca a nota meio-tom acima (na escala), um dobrado sustenido desloca o som um tom acima, um bemol desloca a nota meio-tom abaixo e o dobrado bemol desloca o som um tom abaixo. Por exemplo, pode-se dizer que um "Fá sustenido" (Fá#) é a mesma nota que um "Sol bemol" (Sol♭), porém, devido às características de cada instrumento (e à sua própria disposição da escala), o timbre pode variar. Considere, como exemplo, o caso da guitarra, em que um Dó tocado na segunda corda (Si), primeira posição, é equivalente a um Dó tocado na terceira corda (Sol) na quinta posição, embora o timbre seja diferente.

Uma vez que um sustenido ou bemol tenha sido aplicado a uma nota, todas as notas de mesma altura manterão a alteração até o fim do compasso. No compasso seguinte, todos os acidentes perdem o efeito e, se necessário, deverão ser aplicados novamente. Se desejarmos anular o efeito de um acidente aplicado imediatamente antes ou na chave de tonalidade, devemos usar um bequadro, que faz a nota retornar à sua condição natural. No exemplo visto acima podemos notar que a terceira nota do primeiro compasso também é sustenida, pois o acidente aplicado à nota anterior permanece válido e só é anulado pelo bequadro que faz a quarta nota voltar a ser um Lá natural. O segundo compasso é semelhante a não ser pelo acidente aplicado que é um bemol. No terceiro compasso, uma nota Sol, um Lá dobrado bemol e um Fá dobrado sustenido. Embora tenham nome diferente e ocupem posições diferentes na clave, os acidentes aplicados fazem com que as três notas soem exatamente iguais.

Chave ou tonalidade, que não é mais que a associação de sustenidos ou bemóis representados junto à clave, indicando a escala em que a música será expressa. Por exemplo, uma representação sem sustenidos ou bemóis, será a escala de Dó Maior. Ao contrário dos acidentes aplicados ao longo da partitura, os sustenidos ou bemóis aplicados na chave duram por toda a peça ou até que uma nova chave seja definida (modulação). Na figura vemos a chave de tonalidade de uma escala de Lá maior. Nesta escala todas as notas Fá, Dó e Sol devem ser sustenidas, por isso os acidentes são aplicados junto à clave.

Expressão

Certos símbolos e textos indicam ao intérprete a forma de executar a partitura, incluindo as variações de volume (dinâmica) e tempo (cinética), assim como a maneira correta de articular as notas e separá-las em frases (articulação e acentuação).

Dinâmica musical

A intensidade das notas pode variar ao longo de uma música. Isso é chamado de dinâmica. A intensidade é indicada em forma de siglas que indicam expressões em italiano sob a pauta.

  • pp - pianissimo. a intensidade é mais baixa que no piano
  • p - piano. o som é executado com intensidade baixa
  • mp - mezzo piano. a intensidade é moderada, não tão fraca quanto o piano.
  • mf - mezzo forte. a intensidade é moderadamente forte
  • f - forte. A intensidade é forte.
  • ff - fortissimo. A intensidade é muito forte.

Símbolos de variação de volume ou intensidade: crescendo e diminuindo, em forma de sinais de maior (>) e menor (<) para sugerir o aumento ou diminuição de volume, respectivamente. Estes devem começar onde se deverá iniciar a alteração e esticar-se até à zona onde a alteração deverá ser interrompida. O volume deve permanecer no novo nível até que uma nova indicação seja dada. A variação também pode ser brusca, bastando que uma nova indicação (p, ff, etc) seja dada.

A figura abaixo mostra um solo de trompa da Sinfonia número 5 de Tchaikovsky. Esta partitura apresenta várias marcas de dinâmica.

Cinética musical

Cinética Musical (do grego kine = movimento) ou agógica define a velocidade de execução de uma composição. Esta velocidade é chamada de andamento e indica a duração da unidade de tempo. O andamento é indicado no início da música ou de um movimento e é indicada por expressões de velocidade em italiano, como Allegro - rápido ou addagio - lento. Junto ao andamento, pode ser indicada a expressão com que a peça deve ser interpretada, como: com afeto, intensamente, melancólico, etc.

Os andamentos são os seguintes:

  • Grave - É o andamento mais lento de todos
  • Largo - Muito lento, mas não tanto quanto o Grave
  • Larghetto - Um pouco menos lento que o Largo
  • Adagio - Moderadamente lento
  • Andante - Moderado, nem rápido nem lento
  • Andantino - Semelhante ao andante, mas um pouco mais acelerado
  • Allegretto - Moderadamente rápido
  • Allegro - Andamento veloz e ligeiro
  • Vivace - Um pouco mais acelerado que o Allegro
  • Presto - Andamento muito rápido
  • Prestissimo - É o andamento mais rápido de todos

Alguns exemplos de combinações de andamento com expressões:

  • Allegro moderato - Moderadamente rápido.
  • Presto con fuoco - Extremamente rápido e com expressão intensa.
  • Andante Cantabile - Velocidade moderada e entoando as notas como em uma canção.
  • Adagio Melancolico - Lento e melancólico

Notações de variação de tempo:

  • rallentando - Indica que a execução deve se tornar gradativamente mais lenta
  • accelerando - Indica que a execução deve se tornar mais rápida.
  • A tempo ou Tempo primo - Retorna ao andamento original.
  • Tempo rubato - Indica que o músico pode executar com pequenas variações de andamento ao seu critério.

Outras notações

Tablatura

A tablatura é uma notação que representa como colocar os dedos num instrumento (nos trastes de uma guitarra, por exemplo) em vez das notas, permitindo aos músicos tocar o instrumento sem formação especializada. Esta notação tornou-se comum para partilhar músicas pela Internet, já que permite escrevê-las facilmente em formato ASCII.

Cifras

Cifra é um sistema de notação musical usado para indicar através de símbolos gráficos ou letras os acordes a serem executados por um instrumento musical (como por exemplo uma guitarra). São utilizadas principalmente na música popular, acima das letras ou partituras de uma composição musical, indicando o acorde que deve ser tocado em conjunto com a melodia principal ou para acompanhar o canto.

As principais cifras são grafadas:

A: nota lá ou acorde de Lá Maior

B: nota si ou acorde de Si Maior ( H em alemão)

C: nota dó ou acorde de Dó Maior

D: nota ré ou acorde de Ré Maior

E: nota mi ou acorde de Mi Maior

F: nota fá ou acorde de Fá Maior

G: nota sol ou acorde de Sol Maior

Os acordes menores são grafados pelas letras acima, acompanhados da letra "m" minúscula. Ex: Cm indica um acorde de Dó menor. Há outras alterações quando se utilizam tetracordes ou intervalos dissonantes. Ex: Cm7 indica acorde de Dó menor com sétima.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Cientistas confirmam existência de 10º planeta Solar !

Astrônomos americanos anunciaram a descoberta do décimo planeta que orbita em torno do Sol !

O maior objeto descoberto no Sistema Solar desde a descoberta de Netuno, em, 1846, foi visto pela primeira vez em 2003, mas só agora foi confirmado que se tratava mesmo de um planeta. Batizado 2003 UB313, o "novo" planeta tem um diâmetro de 3 mil quilômetros, é composto em boa medida por rochas e gelo e é um pouco maior do que Plutão.

O planeta está, em relação ao Sol, uma distância duas vezes maior do que Plutão, numa órbita distinta que forma um ângulo com as órbitas de outros planetas. Os astrônomos acreditam que em algum momento da história do planeta, Netuno o lançou à sua órbitra, inclinada em 44 graus.

Atualmente o planeta está, em relação ao Sol, a uma distância 97 vezes maior do que a que existe entre a Terra e o Sol. Os autores da descoberta foram os cientistas Michael Brown, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Chad Trujillo, do Observatório Gemini do Havaí, e David Rabinowitz, da Universidade de Yale.

"Foi um dia incrível e um ano incrível. 2003 UB313 é provavelmente maior do que Plutão. É mais opaco do que Plutão, mas três vezes mais longe", disse Rabinowitz à BBC. Segundo o cientista, a descoberta mostra que há outros Plutões, "apenas mais distantes no Sistema Solar, onde são um pouco mais difíceis de ser encontrados".

O 2003 UB313 foi encontrado com o telescópio Samuel Oschin do Observatório Palomar e o telescópio Gemini North, em Mauna Kea. Outro responsável pelo estudo, Chad Trujillo disse à BBC que se sente extremamente sortudo de ter participado de uma descoberta "tão emocionante".

"Não é todo dia que alguém encontra algo do tamanho de Plutão ou maior." De acordo com os cientistas, as imagens captadas pelos telescópios mostram que a superfície do novo planeta é muito similar à de Plutão. O 2003 UB313 foi visto pela primeira vez em 21 de outubro de 2003, mas não teve nenhum movimento registrado até que fosse observado na mesma área 15 meses depois, em janeiro de 2005.

O corpo celeste tem um diâmetro de cerca de 3 mil quilômetros - 700 quilômetros a mais do que o de Plutão.

As medidas foram tiradas por uma equipe alemã que utilizou dados recolhidos por um telescópio espanhol e foram publicadas na revista científica Nature.


Se o 2003 UB313 entrar oficialmente na categoria de planeta, ele deve ganhar um nome inspirado na mitologia grega ou romana. Os astrônomos que observaram o corpo celeste pela primeira vez no ano passado, o apelidaram de Xena.

A categorização de um corpo celeste como planeta não é tão simples.

"Você pode ter uma distinção que diz que 'tudo o que é maior do que Plutão é um planeta', mas aí há risco de se encontrar quatro ou cinco desses objetos nos próximos anos e acabar se perguntando se 'você realmente queria criar 15 planetas'", disse Iwan Williams, da Universidade Queen Mary, em Londres. A seguir estão as fotos da grande descoberta!

Conheça os 13 instrumentos musicais mais estranhos do mundo

A música é produto da criatividade e engenhosidade das civilizações,  mas também é uma expressão de seu desenvolvimento tecnológico.  Dif...