domingo, 4 de janeiro de 2009

As Novas sete maravilhas do mundo!

As Novas Sete Maravilhas do Mundo foi uma revisão de caráter informal e recreativo da lista original das sete maravilhas, idealizada por uma organização suíça chamada New Open World Corporation (NOWC). A seleção foi feita mundialmente por votos pela internet gratuitos e ligações telefônicas pagas e apresentada publicamente no dia 7 de Julho de 2007 no Estádio da Luz, em Lisboa, Portugal. Nessa mesma apresentação foram também reveladas as Maravilhas de Portugal.

Os vencedores

Maravilha Local Imagem
Grande Muralha China The Great Wall in the winter
Ruínas de Petra Jordânia The Treasury at Petra
Cristo Redentor Rio de Janeiro, Brasil Christ the Redeemer in Rio de Janeiro
Machu Picchu Cusco, Peru View of Machu Picchu
Chichén Itzá Yucatán, México El Castillo being climbed by tourists
Coliseu Roma, Itália The Colosseum at dusk: exterior view of the best-preserved section
Taj Mahal Agra, Índia Taj Mahal


Os restantes finalistas

Maravilha Local Imagem
Acrópole de Atenas Grécia Atenas, Grécia The Acropolis of Athens, seen from the hill of the Pnyx to the west
Alhambra Granada, Espanha View of the Alhambra from the Mirador St Nicolas in the Albaycin of Granada
Angkor Wat Angkor, Camboja The main entrance to the temple proper, seen from the eastern end of the Naga causeway
Moais da Ilha de Páscoa Ilha de Páscoa, Chile Rano Raraku Moai
Torre Eiffel Paris, França Tour eiffel at sunrise from the trocadero
Hagia Sofia Istambul, Turquia Sophia
Kiyomizu-dera Quioto, Japão Kiyomizu-dera
Kremlin, Praça Vermelha, e Catedral de São Basílio Moscou, Rússia The Moscow Kremlin, as seen from the Balchug
Saint Basil's Cathedral and Spasskaya Tower of Moscow Kremlin at Red Square in Moscow
Neuschwanstein Castle Füssen, Alemanha Neuschwanstein seen from the Marienbrücke
Pirâmides de Gizé
(candidato honorário)
Egito Pyramide Kheops
Estátua da Liberdade Nova Iorque, Estados Unidos Statue of Liberty and Liberty Island
Stonehenge Reino Unido Amesbury, Reino Unido Stonehenge em 2004
Sydney Opera House Sydney, Austrália Internationally, the Sydney Opera House is the most recognised symbol of Sydney
Tombuctu Mali Mesquita Sankore em Tombuctu

Críticas

O concurso não possui o apoio da UNESCO, que apontou a falta de critérios científicos para a escolha das maravilhas, destacando o caráter informal e recreativo do concurso. Além disso, argumentou sobre o uso do sistema baseado em votos pela Internet, em que uma mesma pessoa poderia votar várias vezes usando endereços de correio eletrônico diferentes.

Fonte: Wikipédia

Vamos conhecer o Farol de Alexandria !

Por volta de 280 a.C. o arquiteto grego Sóstrato de Cnidos, começou a construção dessa imensa obra de arte, por ordem de Ptolomeu II, rei grego que governava o Egito. Construído no Século III a.C, na ilha de Faros, em Alexandria, Egito, com técnica fantástica, a torre de mármore se erguia até a altura de 150 metros. Durante muito tempo duvidou-se de sua existência, mas depois de incessante procura ele foi por fim encontrado, numa profundidade de cerca de oito metros, no mar Mediterrâneo, no porto de Alexandria. Ali também foram encontrados mais de 2000 objetos, entre esfinges, estátuas e colunas.

Sobre uma base quadrada, erguia-se uma esbelta torre octogonal de cerca de 130 metros de altura. Durante a noite, uma enorme chama era mantida acesa na base do edifício e o combustível utilizado era, provavelmente, estrume ressecado. Um jogo de espelhos de bronze levava a luz até o topo e a emitia para o alto mar. Eleita uma das sete maravilhas do mundo antigo, essa obra majestosa, guiou o caminho das embarcações que por ali passavam durante séculos, num raio de 50 quilômetros da antiga capital egípcia. O efeito era tão grandioso que, segundo relatos da época, era como se um sol brilhasse à noite.

sábado, 3 de janeiro de 2009

A nova geração do padrão usb. USB 3.0

Tendo seu lançamento previsto para 2010, a terceira revisão do padrão USB promete revolucionar as conexões Plug and Play (traduzido literalmente como “ligue e use” e criada para que o computador reconhecesse automaticamente dispositivos conectados a ele).

Esta nova versão trás diversas inovações, como a capacidade de enviar e receber dados ao mesmo tempo (suas versões antigas não eram capazes disto), transmitir estes dados a uma velocidade incrível de até 4.8 Gbps (Gigabytes por segundo), o que significa ser 10 vezes mais rápida do que o USB 2.0.

Além disso, outra grande novidade é a respeito ao gerenciamento de energia. Nesta nova versão do padrão USB, os aparelhos conectados não ficarão verificando automaticamente e o tempo todo se é para fazer novas transferências. E também, os cabos neste padrão serão capazes de fornecer mais energia, diminuindo o tempo de recarga de aparelhos que possuem este recurso.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Cientistas darão ignição em estrela feita pelo homem !

Um propósito que pareceu impossível nos últimos cem anos agora reacende as esperanças dos cientistas que estão às margens de revelar um dos maiores problemas da física ao coletar energia da fusão nuclear, a mesma reação usada pelo Sol para gerar energia Dentro de alguns meses a equipe de pesquisadores tentará realizar a ignição de uma minúscula estrela feita pelo homem em laboratório e iniciar uma reação termonuclear. O objetivo é gerar temperaturas de mais de cem milhões de graus Celsius e pressões bilhões de vezes maiores do que as encontradas em qualquer parte do planeta, com uma quantidade de combustível um pouco maior do que a ponta de um alfinete. Se obtiverem sucesso com o experimento ele será um importantíssimo primeiro passo em direção à criação de reatores nucleares de fusão e fonte de energia praticamente ilimitada.O experimento de R$ 4,16 bilhões deverá estar completo no máximo em seis meses. Caso a nova tecnologia se torne uma realidade poderá substituir os combustíveis fósseis, reduzindo drasticamente o efeito estufa.Os cientistas do National Ignition Facility (NIF), na Califórnia (EUA), usarão um laser que concentra mil vezes a eletricidade gerada por todo os EUA em um bilionésimo de segundo. O resultado deverá ser uma
explosão dentro da câmara de reação de quase 10m de largura (foto no topo do artigo) que produzirá ao menos dez vezes a quantidade de energia usada para criá-la.“Estamos criando as condições que existem dentro do sol”, disse Ed Moses,diretor do NIF.“É como abrir a torneira de energia solar verdadeira já que a fusão é a fonte de toda a energia no mundo. É uma física muito estimulante, mas, além disso, há imensos problemas sociais, econômicos e globais que ela poderá ajudar a resolver.” Dentro da estrutura, que cobre uma grande área de três campos de futebol (foto acima), um único infravermelho será enviado através de mais de 1 km de lentes, espelhos e amplificadores para criar um feixe mais de dez bilhões de vezes a força de uma lâmpada caseira.Dentro de uma área do tamanho de um hangar que tem o ar totalmente purificado para eliminar que qualquer grão de pó interfira no feixe, o laser será dividido em 192 feixes diferentes, convertido em luz ultravioleta e focado em uma cápsula (foto acima) no centro de uma câmara de alumínio e concreto. Quando o laser atingir o interior da cápsula deverá gerar

raios X altamente energéticos em alguns bilionésimos de segundo, comprimindo a pequena esfera de combustível no interior até que a proteção externa exploda.

Esta explosão produz uma reação igual e oposta que comprime o combustível até que a fusão nuclear começa, liberando enormes quantidades de energia.

Desde que Einstein formulou a equação E=mc² em 1905 – levantando a possibilidade de que a fusão de átomos possa gerar quantidades imensas de energia – cientistas tentam coletar energia da reação. Segundo a teoria de Einstein a energia gerada por um grama de matéria seria suficiente para abastecer 28,5 mil lâmpadas de 100 watt por um ano.
Até o momento este tipo de fusão só é possível realizar dentro de armas nucleares e plasmas altamente instáveis criados em campos magnéticos incrivelmente fortes. O trabalho de 11 anos do NIF pode mudar tudo isto.

Mas o tedioso trabalho de ajuste da mira dos lasers, lentes e espelhos é fundamental, pois os cientistas estarão atirando pulsos laser de apenas alguns bilionésimos de segundo, mas estarão criando condições que são encontradas no interior de estrelas ou de armas nucleares quando explodem.

Muitas das tecnologias necessárias para o projeto se concretizar não existiam e tiveram que ser desenvolvidas pelo NIF e segundo cientistas “pode ser uma das maiores conquistas que a humanidade já alcançou”.

Conheça os 13 instrumentos musicais mais estranhos do mundo

A música é produto da criatividade e engenhosidade das civilizações,  mas também é uma expressão de seu desenvolvimento tecnológico.  Dif...